A decisão grande, tomada com o número na frente
Investir, esticar prazo, segurar compra. São decisões caras que costumam sair de uma planilha com uma premissa só. O modelo mostra o resultado provável, o que muda em cada cenário e onde a conta para de fechar.
Projeção de fluxo de caixa com cenário
A planilha de caixa mostra o que já entrou e o que já saiu. O modelo projeta o que vem — com o padrão real de recebimento da sua carteira, incluindo quem costuma atrasar.
- Recebimento pelo comportamento realEm vez de assumir que todo mundo paga no vencimento, a projeção usa o histórico de atraso da sua base — que é onde o caixa costuma furar.
- Três cenários, não um númeroProvável, otimista e pessimista lado a lado, pra você saber em qual semana o caixa aperta em cada um deles antes de assumir compromisso.
- Aponta a data do apertoO resultado é acionável: quando faltar, quanto falta e o que muda se você antecipar um recebível ou empurrar uma compra.
Análise de sensibilidade — o que muda se o dólar ou o juro variar
Insumo em dólar, dívida atrelada a juro, contrato indexado. O modelo mostra quanto do seu resultado depende de cada uma dessas variáveis — e a partir de que ponto a margem some.
- Mede o impacto isolado de cada variávelDólar, juro, preço de insumo, volume: cada um mexe no resultado com peso diferente. O modelo separa esses efeitos em vez de embolar tudo num orçamento único.
- Mostra o ponto de viradaEm vez de "se piorar fica ruim", sai o número: com o dólar a X ou o juro a Y, a operação para de fechar. É o que sustenta decisão de hedge, repasse ou renegociação.
- Vira acompanhamento, não estudo de gavetaA análise fica rodando com dado atualizado, então quando o cenário se move você já sabe o quanto se moveu no seu resultado.
Modelo de cenário pra decisão de investimento
Abrir uma unidade, trocar de máquina, contratar time, comprar frota. O modelo põe retorno, prazo e risco no mesmo lugar — e mostra o que acontece se as premissas não se confirmarem.
- Premissa explícita, não escondida na planilhaCada suposição (crescimento, custo, prazo de maturação) fica visível e editável, então dá pra discutir a premissa em vez de discutir o resultado final.
- Retorno com probabilidadeAlém do payback no cenário-base, o modelo estima a chance de o retorno ficar abaixo do mínimo que você aceita — que é a pergunta que realmente decide.
- Compara alternativas na mesma réguaDuas ou três opções avaliadas com o mesmo critério e o mesmo horizonte, pra a escolha não depender de quem montou a planilha mais otimista.
Algum desses é a sua dor?
Conte o seu caso — no mapeamento a gente confirma se o seu dado sustenta o modelo e mostra o ganho antes de você decidir. Sem compromisso.
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