Cibersegurança

Comandos escondidos nos campos de digitação

Os campos onde o usuário digita podem virar um canal pra dar ordens ao seu sistema. É uma falha antiga e conhecida — e ainda das mais perigosas quando o app é feito sem revisão.

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O que é

O seu app espera que o usuário digite um nome, um e-mail, uma busca. A injeção acontece quando, em vez de tratar isso como texto, o sistema executa o que foi digitado como se fosse um comando dele.

  • Texto virando ordemUm campo de busca deveria procurar "João". Na falha, alguém digita um comando disfarçado e o sistema obedece.
  • O alvo é o bancoO caso mais comum atinge o banco de dados: o comando injetado lê, altera ou apaga informação que não devia.
  • Confiança demaisA raiz é o sistema confiar no que veio de fora sem separar "dado do usuário" de "instrução minha".
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Como o invasor usa

O invasor testa os campos com entradas preparadas e observa a reação do sistema. Quando um funciona, ele vai fundo.

  • Sonda os camposDigita sequências especiais em buscas, logins e formulários pra ver qual deles "obedece".
  • Escala o acessoDe um campo vulnerável, ele passa a ler o banco inteiro, burlar o login ou até rodar comandos no servidor.
  • Assume por dentroNo pior caso, a injeção vira controle do sistema — e aí o estrago é só questão de tempo.
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Onde costuma aparecer

Aparece em qualquer lugar que junta o que o usuário digitou com uma instrução do sistema sem o cuidado certo.

  • Buscas e filtrosCampos de busca e filtro que montam a consulta ao banco com o texto do usuário no meio.
  • Logins e formuláriosTelas de entrada onde o que foi digitado vira parte de uma verificação no banco.
  • Código gerado rápidoA IA costuma montar a consulta "juntando texto", que é justamente o jeito vulnerável de fazer.
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Como a gente acha e corrige

A gente testa os campos com as mesmas entradas que um invasor usaria, encontra os que obedecem e ajuda a mudar o jeito como o sistema trata o que vem de fora.

  • Testamos as entradasSondamos cada campo com sequências de injeção conhecidas pra ver quais o sistema executa.
  • Achamos a origemRastreamos onde o dado do usuário se mistura com comando e vira instrução executada.
  • Separamos dado de ordemAjudamos a adotar o jeito seguro (consultas parametrizadas), onde o que o usuário digita nunca vira comando.

Algum desses é a sua dor?

Conte o seu caso — no mapeamento a gente confirma se dá pra automatizar e mostra o ganho antes de você decidir. Sem compromisso.

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